<?xml version="1.0" encoding="utf-8" standalone="yes"?><rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"><channel><title>DigitalTransformation on RenatoTeixeira.com</title><link>https://www.renatoteixeira.com/pt-br/tags/digitaltransformation/</link><description>Recent content in DigitalTransformation on RenatoTeixeira.com</description><generator>Hugo</generator><language>pt-br</language><lastBuildDate>Mon, 06 Apr 2026 00:00:00 +0000</lastBuildDate><atom:link href="https://www.renatoteixeira.com/pt-br/tags/digitaltransformation/index.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title>Modernizar sistemas legados não é uma disputa entre o velho e o novo. É uma disciplina do discernimento</title><link>https://www.renatoteixeira.com/pt-br/posts/modernization-not-dispute/</link><pubDate>Mon, 06 Apr 2026 00:00:00 +0000</pubDate><guid>https://www.renatoteixeira.com/pt-br/posts/modernization-not-dispute/</guid><description>&lt;p&gt;Existe uma tendência recorrente de tratar o legado como um erro histórico a ser corrigido. Como se identificar uma tecnologia mais atual, projetar uma arquitetura mais elegante e iniciar uma jornada de substituição fossem o suficiente para resolver o problema de uma vez por todas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a realidade raramente se organiza dessa forma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sistemas legados&lt;/strong&gt; não persistem simplesmente porque as organizações resistem à mudança. Eles persistem porque, em algum momento, foram bem-sucedidos em sustentar operações críticas, absorvendo a complexidade real do negócio e acomodando, ao longo do tempo, decisões, exceções, adaptações e trade-offs que dificilmente podem ser capturados em um diagrama arquitetural limpo.&lt;/p&gt;</description></item></channel></rss>